Máquina de Sorvete 08/09/2021 | 3 min. de leitura

Por que vender sorvete expresso?

Facilidade de produção, oportunidade para obter renda extra e baixo investimento inicial são grandes atrativos do negócio

Vender sorvete expresso pode valer muito a pena para um empreendedor iniciante, e até mesmo para aqueles que já estão estabelecidos e desejam incrementar suas atividades (e seus lucros). Trata-se de um investimento que pode trazer diversas vantagens, tais como:

  • Os recursos necessários para que se inicie um negócio do tipo são relativamente pequenos;
  • A rentabilidade da atividade costuma ser alta;
  • Uma vez a operação iniciada, o custo de produção contínua também é baixo;
  • É razoavelmente simples fabricar e vender sorvete expresso;
  • O item pertence a uma categoria especial de produtos alimentícios, que não é afetada por crises econômicas;
  • O sorvete expresso age como impulsionador da venda de outros itens que porventura, o empreendedor já trabalhe;
  • É um produto de giro rápido e venda feita à vista.

Entenda mais sobre esta possibilidade de investimento a seguir.

Investimento inicial que cabe no seu bolso

Quando se menciona o grupo Elgin, logo vem à mente as robustas máquinas de costura que fizeram a fama desta empresa. Não é para menos: a Elgin obteve destaque mundial na fabricação de tais aparelhos.

Mas hoje a Elgin apresenta ao mercado uma linha muito diversificada de opções. Dentre elas, as máquinas de sorvete expresso da empresa merecem especial destaque. Vamos conhecer algumas?

Sorvete expresso

O modelo de entrada da Elgin para o segmento. Com capacidade de produção de até 150 casquinhas por hora, o aparelho tem painel digital touch screen de fácil operação e uma bomba de ar que aumenta a produtividade do equipamento em até 30%. A Gelatta Expresso custa apenas R$ 16.990,00 (valor que pode ser parcelado em até 12 vezes).

A Gelatta Soft E1

Com capacidade de fabricação de até 200 casquinhas/hora, o aparelho possui um contador de casquinhas e um painel com indicador de eventuais falhas e tensão elétrica. A Elgin comercializa a Gelatta Soft E1 por R$ 17.590,00 (valor que também pode ser parcelado em até 12 vezes).

Gelatta Soft E2

Esta é a máquina de sorvete expresso mais poderosa da Elgin. Ela fabrica até 200 casquinhas por hora, além de contar com rodinhas, que permitem a movimentação do dispositivo pelo ambiente. Este equipamento custa R$ 18.690,00 (valor que, tal como nos aparelhos anteriores, pode ser parcelado em até 12 vezes).

Lucros sólidos

O retorno financeiro trazido pela atividade de vender sorvete expresso costuma ser muito compensador. No site da Elgin há uma interessante calculadora que informa, por exemplo, que se o empreendedor vender 200 casquinhas por dia (uma quantidade significativa, mas plenamente alcançável), seu lucro líquido no final do mês será de nada menos que R$ 11.400,00!

Esse bom retorno se dá, entre outros fatores, porque o custo de produção de cada sorvete expresso é baixo: uma casquinha gera uma despesa de apenas 60 centavos para ser feita, em média, e costuma ser vendida por cerca de R$ 2,50.

Simplicidade de produção

Para produzir um sorvete expresso, basta despejar o conteúdo da embalagem (os ingredientes) nas cubas (recipientes) da máquina e pronto: o equipamento fará o restante. Servir o produto é igualmente simples: é só baixar a válvula extratora, e o alimento estará já pronto para ser consumido.

Sorvete expresso: imune às crises

Por ser um item de baixo preço, o sorvete expresso não sofre queda de consumo durante períodos de dificuldades econômicas. Na verdade, o que ocorre é exatamente o contrário: em épocas de pouco dinheiro, as pessoas compram mais sorvetes expressos, pois deixam de consumir outras opções do produto que sejam mais caras.

Você pode começar a venda de sorvetes expressos apenas adquirindo alguma das máquinas da Elgin e se dedicando a isto, ou então comercializar o produto paralelamente a outras atividades que você já leve adiante — por exemplo, uma loja de doces.

Um dos problemas que micro e pequenos empresários enfrentam é a falta de capital de giro — ou seja, de uma entrada constante de dinheiro em seu caixa para fazer frente às despesas diárias do negócio.

Com o sorvete expresso, tal questão não existe: a venda do alimento é quase sempre feita à vista, o que gera um fluxo constante de recursos para o empreendedor.

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