Refrigeração 27/05/2021 | 4 min. de leitura

Tecnologia Elgin é utilizada em projeto pioneiro na Itaiquara Fermentos

Imagem meramente ilustrativa (Banco de imagens: Shutterstock)

Com economia de até 30% de consumo energético, projeto customizado permitiu início da atuação da empresa no nicho de fermento seco.

O fermento biológico seco, por ter validade de dois anos, apresenta uma vantagem competitiva frente ao fermento biológico fresco, cuja validade é de 45 dias. Com penetração em 50% do mercado brasileiro, este fermento era utilizado pela Itaiquara via importação, o que significava margens pequenas de contribuição.

O projeto inovador trata-se de uma tecnologia até então inexistente no Brasil que é a desumidificação de fermento através da expansão direta.

O desafio foi desenvolver uma planta projetada para produzir o fermento biológico seco e adaptar o restante das instalações para acomodar o volume adicional de produção. Foi necessário atingir a temperatura ideal no processo de produção do fermento seco, baixando a umidade relativa de 85% para 4% e manter a temperatura correta em todas as fases do processo de desumidificação do fermento.

“Foi o primeiro processo de desumidificação de fermento realizado com expansão direta no Brasil. O objetivo foi proporcionar maior economia de energia e segurança operacional”, ressaltou Juliano Leitão, engenheiro da Elgin.

A customização do projeto foi possível com a integração do know-how de três empresas: a Elgin foi responsável pelo planejamento, desenvolvimento do projeto e operação de refrigeração, Ecotech foi responsável pelo cálculo, projeto de fabricação do equipamento de desumidificação e MAXBOSCH realizou a instalação e operação geral, desenvolvendo a lógica de secagem e aquecimento do fermento.

Maximilian Bosch, engenheiro da MAXBOSCH, falou sobre a importância da tecnologia inovadora para a Itaiquara. “Este é um projeto que representa uma virada em sua história produtiva, capacitando-a a atuar em um mercado via produção própria e não mais por importação”.

De acordo com Jurandir Januário, engenheiro da Ecotech, o principal desafio era projetar um sistema que tivesse estabilidade e conseguisse atender as condições limites estabelecidas com o menor custo operacional possível. “Tínhamos que garantir uma qualidade construtiva com vida útil dos componentes”, completou. 

Os resultados da primeira unidade foram positivos e a Itaiquara irá ampliar seus investimentos para uma segunda unidade com a mesma tecnologia.

A engenharia de desenvolvimento da Elgin conta com uma equipe altamente qualificada e preparada para atender as necessidades dos clientes, desde projetos padronizados ao desenvolvimento de racks customizados.

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La tecnología de Elgin se utiliza en un proyecto pionero en Itaiquara Fermentos

Con un ahorro de hasta el 30% en el consumo de energía, el proyecto personalizado permitió a la empresa empezar a operar en el segmento de levadura seca  

La levadura biológica seca, por tener una vida útil de dos años, presenta una ventaja competitiva sobre la levadura biológica fresca, cuya vida útil es de 45 días. Con una penetración en el 50% del mercado brasileño, esta levadura era utilizada por Itaiquara a través de la importación, lo que suponía pequeños márgenes de contribución.

El proyecto innovador se trata de una tecnología que hasta entonces no existía en Brasil, que es la deshumidificación de la levadura mediante expansión directa.

El desafío consistía en desarrollar una planta diseñada para producir levadura biológica seca y adaptar el resto de las instalaciones para acomodar el volumen de producción adicional. Era necesario alcanzar la temperatura ideal en el proceso de producción de levadura seca, bajando la humedad relativa del 85% al 4% y manteniendo la temperatura correcta en todas las etapas del proceso de deshumidificación de la levadura.

“Fue el primer proceso de deshumidificación de levadura realizado con expansión directa en Brasil. El objetivo fue proporcionar un mayor ahorro de energía y seguridad operativa”, comentó Juliano Leitão, ingeniero de Elgin.

La personalización del proyecto fue posible con la integración del know-how de tres empresas: Elgin se encargó de la planificación, el desarrollo del proyecto y la operación de refrigeración, Ecotech se encargó del cálculo, el diseño de fabricación del equipo de deshumidificación y MAXBOSCH realizó la instalación y la operación general, desarrollando la lógica de secado y calentamiento de la levadura.

Maximilian Bosch, ingeniero de MAXBOSCH, habló de la importancia de la tecnología innovadora para Itaiquara. “Se trata de un proyecto que representa un punto de inflexión en su historia productiva, que le permite operar en un mercado a través de su propia producción y ya no a través de la importación”.

Según Jurandir Januário, ingeniero de Ecotech, el principal desafío era diseñar un sistema que tuviera estabilidad y pudiera cumplir las condiciones límite establecidas con el menor costo operativo posible. “Teníamos que garantizar la calidad constructiva con la vida útil de los componentes”, añadió. 

Los resultados de la primera unidad fueron positivos e Itaiquara ampliará sus inversiones en una segunda unidad con la misma tecnología.

La Ingeniería de desarrollo de Elgin cuenta con un equipo altamente cualificado y preparado para satisfacer las necesidades de los clientes, desde proyectos estándar hasta el desarrollo de racks a la medida.

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