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Estefani Dantas - 23/07/2021

Escovando Bits – Edição Julho/2021

Estefani Dantas - 23/07/2021

Inversores: Conheça as diferenças!

Estefani Dantas - 23/07/2021
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imagem sobre digitalização do varejo.

Os inversores têm papel crucial no sistema fotovoltaico, o item é responsável pela conversão de energia. Mesmo sabendo da importância desse peça para o funcionamento da energia solar fotovoltaica, há dúvidas comuns sobre a operação desse componente.

Pensando nisso, a Elgin veio detalhar os diferentes tipos de inversores para que você tenha certeza na hora de escolher o mais adequado para a instalação.

Um gerador fotovoltaico produz corrente contínua (CC) em seus terminais e a maioria dos equipamentos elétricos que trabalhamos necessitam de corrente alternada (CA) para seu funcionamento, portanto, necessitamos de um dispositivo que realize essa conversão, chamado de inversor.

Existe uma grande diversidade de tipos de inversores em função das peculiaridades de suas aplicações. Para sistemas fotovoltaicos conectado à rede de distribuição (on-grid), podemos classificar em: Microinversores, Inversores de Strings e Inversores Centrais.

Quais os tipos de inversores?

Microinversores 

São pequenos inversores conectados a cada 2 ou 4 módulos, realizando a conversão CC-CA diretamente no local, com  MPPTs (Rastreamento do Ponto de Máxima Potência) individualizados para cada módulo fotovoltaico. Os microinversores são direcionados para instalações de pequeno porte.

O microinversor trabalha de forma independente, suportando ligações de 2 a 4 painéis. Ou seja, ao invés de muitos strings de painéis, ele é conectado em pequenas quantidades de painéis.

Além disso, cada painel trabalha com um MPPT exclusivo. Neste caso, pode ser alcançada uma maior geração de energia elétrica pelo sistema em relação ao sistema com inversor que trabalha com um MPPT por string, sendo que cada string pode possuir vários painéis ligados em série. 

E caso um painel tenha sua geração comprometida, por exemplo por sombreamento, toda a string pode ter seu funcionamento comprometido, ao contrário do sistema com microinversor, onde cada painel trabalha de forma independente. 

Sem esquecer o fato de que, por conta do custo elevado, em instalações com muitos painéis, pode inviabilizar até mesmo a execução do projeto.

Inversores de Strings (Fileiras)

Esses modelos podem ser trifásicos ou monofásicos dotados de entradas independentes com MPPTs para conexão de strings (fileiras) de módulos, utilizados em Sistemas de Microgeração e Sistemas de Minigeração com potências na faixa de kW.

São conectadas fileiras ou “strings” de painéis que são ligadas ao inversor – responsável por encontrar ao longo do dia o ponto máximo de geração do sistema. 

A função de maximização é realizada pelo dispositivo do inversor conhecido como Maximum Power Point Tracking (MPPT) ou Rastreador do Ponto de Máxima Potência. 

A principal vantagem é o custo reduzido. A manutenção também pode ser realizada de maneira mais prática, evitando que seja necessário, por exemplo, subir no telhado para realizar ajustes.

Além disso, a maioria dos inversores do mercado já vem habilitado para fazer monitoramento à distância. Para isso acontecer é só conectar o inversor à rede de internet.

Se precisar de manutenção o sistema é desligado por inteiro. Em caso de garantia, o sistema ficará desconectado por completo durante todo o tempo de conserto do inversor.

Inversores Centrais

Os inversores centrais são trifásicos de grande porte que podem ser alimentados por grande número de módulos fotovoltaicos, utilizados em Usinas de Energia Solar Fotovoltaicas ou Sistemas de Minigeração com potências numa faixa de KW até MW.

Eles são planejados para aplicações de grande porte como prédios, instalações sistemas fotovoltaicos industriais e usinas solares. Em resumo, são como um grande inversor string.

Quais informações relevantes na escolha de um inversor (on-grid)?

Devem ser levados em consideração os seguintes parâmetros para especificar um inversor:

  • Tensão nominal e tipo de rede;
  • Potência Nominal;
  • Grau IP de proteção;
  • Eficiência;
  • Características elétricas especificadas na ficha técnica;
  • Vida útil;
  • Local da instalação e temperatura ambiente;
  • Certificações e tempo de garantia desejados.

É indispensável que se utilize um inversor que satisfaça as exigências de qualidade e segurança, para que não degrade a qualidade do sistema elétrico e visando à segurança operacional.

Veja todos os nossos modelos de inversores no site da Elgin

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